GUERRA 1939-1945

guerra-1939-1945

Um oficial alemão na Escandinávia ocupada,

Um piloto de combate apaixonado pelos aviões inimigos,
Um menino Kamikaze…

Um russo acuado em sua cidade sitiada,
Um francês clandestino em meio aos Aliados,
A espera cruel da morte nos campos de concentração…

A bomba atômica…

Combatentes anônimos, confortáveis ou não com a guerra, lutando não por uma causa, na defesa de ideologias distorcidas por bombas e metralhadoras, mas lutando em vão por suas vidas, engolidos pela guerra, em anos amargos de nossa história recente…

Formato / Composição:
ISBN: 978-85-7616-467-8
Formato: 21 x 27 cm
Páginas: 136

1939

Um quadro de crise floresce no período entre 1919 e 1939. A sociedade sofre profundos abalos na política, na economia e em suas ideologias. O desemprego acentua as incertezas nas grandes cidades, a criminalidade aumenta e os guetos geográficos, culturais e raciais se formam.

A integridade de alguns Estados europeus é ameaçada por greves, protestos e manifestações de rua. A instabilidade política e a descrença nas instituições e partidos tradicionais, liberais ou conservadores, arma o cenário para o surgimento de grupos extremistas de esquerda, no modelo Stalinista soviético, ou de direita baseados no fascismo italiano e no nazismo alemão…



1940

Quando os ataques aéreos da Luftwaffe às cidades britânicas começaram, os meses subseqüentes tornaram-se difíceis para os ingleses. O fato da Força Aérea Real ter conseguido manter a superioridade, forçou Adolf Hitler a adiar a invasão da Grã-Bretanha, mas não representou alívio algum para Londres e arredores.

Os comandantes alemães optaram por ampliar os bombardeios contra as cidades inimigas, espalhando terror na esperança de que o moral britânico entrasse em colapso…



1941

O Japão toma a Manchúria em 1931 e leva a guerra à China em 1937. Mongólia e Coréia são invadidas, boa parte da costa chinesa fica a mercê dos nipônicos forçando o governo de Chang Kai Shek a retirar-se.

Durante o ano de 1941 as tensões entre o império japonês e os Estados Unidos se acentuam e os incidentes são inevitáveis. O fechamento do Canal do Panamá para navios nipônicos, o embargo de matérias-primas e de petróleo foram o ápice das tensões até então.

Os líderes japoneses decidiram que só lhes restavam 3 opções: Ceder aos Estados Unidos e à Grã-Bretanha e retirar-se da China, esperar por uma derrota quando suas forças estivessem debilitadas pela escassez do petróleo ou aumentar definitivamente as dimensões do conflito e avançar sobre o sudeste asiático…

1942

Espiões russos espalhados pelo globo deram o alerta: a Alemanha estava prestes a invadir a União Soviética. Apesar de tudo, o líder vermelho Josef Stalin, que recebia relatórios sobre a movimentação das tropas de Hitler ao Leste, não deu a importância devida. Adolf Hitler continuava a ser um aliado. Foi preciso que 3 milhões de nazistas penetrassem numa faixa de 2.880 quilômetros da fronteira russa, na madrugada de 22 de junho, para que finalmente Stalin visse a guerra à porta.

O ataque ao território vermelho foi determinado pelo Führer, sem declaração de guerra ou ultimato, sob a justificativa de retaliar supostas “violações de fronteira”, mas a destruição do bolchevismo e a conquista do chamado “espaço vital a Leste” já vinham sendo defendidos por Hitler havia anos.

Na verdade, o mundo inteiro já previa o ataque, exceto Stalin, que se agarrava como uma criança ao jogo de aparências contido no, agora antigo e inútil, pacto nazi-soviético. Os civis e militares russos pagaram caro pela indecisão de seu líder…

1943

Atacar a retaguarda do inimigo, suas cidades, suas indústrias, suas mulheres, crianças e velhos passou a fazer parte daquilo que os estrategistas eufemisticamente classificavam como “guerra psicológica” ou “guerra de desgaste”. Naturalmente que a evolução da aviação e das armas autopropulsadas permitiu-lhes que a antiga separação entre linha de frente e retaguarda fosse suprimida.

Como conseqüência lógica da política racista, os nazistas trataram com métodos bárbaros e cruéis as populações do Leste Europeu. Suas vítimas principais foram os poloneses e russos vistos como untermenschen (seres inferiores) pelos germanos. No centro de todas as regiões ocupadas, a Alemanha seria a única provida de parques industriais. Na periferia, estariam as nações camponesas, o Baurwall, ou “muro de camponeses”, colonizada por alemães (Führungsvolk) tendo como servos os eslavos.

Então vieram os campos de extermínio espalhados por toda a Europa, com seus métodos eficientes e sistemáticos de matança massiva…

1944

Na metade do ano de 1944, os aliados ocidentais deram início à Operação Overlord. Uma frota de mais de 3 mil barcos transportando 350 mil homens partiu das costas do sul da Inglaterra em direção à Normandia, começando pela Baía do Sena, entre Le Havre e a península de Cherbourg.

Era a área que melhor atendia às pretensões e aos requisitos das forças terrestres, marinhas e aéreas Aliadas, oferecendo condições de montagem de uma infra-estrutura militar semelhante à da resistência alemã.

Dezenas de milhares de soldados americanos, britânicos e canadenses avançaram sobre as praias do litoral norte da França. Milhares de aviões varreram o espaço aéreo enquanto que embarcações atracavam nas praias, despejando equipamentos e pessoal na Gália invadida. Ar, terra e mar, a Normandia é invadida em 6 de junho de 1944…


1945

A Guerra do Pacífico, possuía características próprias. Ao contrário da Europa, baseada em operações de blindados e massas de tropas, a guerra contra o Japão, envolveu basicamente unidades navais, onde os porta-aviões tiveram um papel de relevante importância. Praticamente eram operações de “desentocamento”, pois os japoneses resistiam bravamente em suas posições. A artilharia da marinha, os bombardeios aéreos, os lança-chamas, as operações de desembarque, foram os denominadores comuns no Pacífico.

O sucesso dos japoneses, devia-se à utilização de um pequeno número de tropas, mas altamente treinadas e protegidas pela força aérea. Todos os seus conflitos durante a Campanha do Sul foram combatidas por algumas divisões apenas, praticamente sem tanques ou armas sofisticadas.

Mas Em 6 de Agosto, a bomba atómica “Little Boy”, foi lançada sobre a desprotegida cidade japonesa de Hiroshima do B-29 “Enola Gay”, pilotado pelo coronel Paul Tibbets, massacrando mais de 100 mil pessoas e ferindo outros tantos…



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